Bem vindos à Vida Portuguesa, instalada na antiga fábrica de cosméticos na zona do Chiado, o que pode explicar a porção de enormes frascos em vidro com pó-de-arroz. É neste ambiente de outros tempos que se apela ao revivalismo de marcas e produtos que pelos vistos não passaram de moda. Nesta Vida Portuguesa é possível comprar a pasta medicinal Couto para o sogro, o Creme Benamôr para a avó, produtos da Ach Brito para a mãe, lápis Viarco e um quadro de ardósia para o filho, rebuçados Dr. Bayard para o vizinho do lado, Água de Lavanda para a dona da engomadoria e doces caseiros para todos. Produtos que surgiram numa época ousada e justificam a expressão de que a qualidade é intemporal. São canecas, jarros e leiteiras em cerâmica com formas arrojadas e cores fortes, peças escolhidas entre a imensa produção de uma fábrica portuguesa rara. Criteriosamente reproduzidas, regressam ao mercado – e são vendidas naquele delicioso espaço. Uma aposta que já levou à reedição das andorinhas originais Bordalo Pinheiro ou das embalagens históricas da Viarco. Hoje, ao final da tarde, descobri três modelos de canecas (“Apolo XII”, “Dedadas” e “Bolas”), um jarro grande e outro médio (“Caneluras” e “Apolo XII”), mais uma pequena leiteira (“Diamante”). Tudo isto na R. Anchieta, n.º 11, verdadeiro ex-libris de uma Lisboa antiga.
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Thursday, September 27, 2007
vida portuguesa...
Bem vindos à Vida Portuguesa, instalada na antiga fábrica de cosméticos na zona do Chiado, o que pode explicar a porção de enormes frascos em vidro com pó-de-arroz. É neste ambiente de outros tempos que se apela ao revivalismo de marcas e produtos que pelos vistos não passaram de moda. Nesta Vida Portuguesa é possível comprar a pasta medicinal Couto para o sogro, o Creme Benamôr para a avó, produtos da Ach Brito para a mãe, lápis Viarco e um quadro de ardósia para o filho, rebuçados Dr. Bayard para o vizinho do lado, Água de Lavanda para a dona da engomadoria e doces caseiros para todos. Produtos que surgiram numa época ousada e justificam a expressão de que a qualidade é intemporal. São canecas, jarros e leiteiras em cerâmica com formas arrojadas e cores fortes, peças escolhidas entre a imensa produção de uma fábrica portuguesa rara. Criteriosamente reproduzidas, regressam ao mercado – e são vendidas naquele delicioso espaço. Uma aposta que já levou à reedição das andorinhas originais Bordalo Pinheiro ou das embalagens históricas da Viarco. Hoje, ao final da tarde, descobri três modelos de canecas (“Apolo XII”, “Dedadas” e “Bolas”), um jarro grande e outro médio (“Caneluras” e “Apolo XII”), mais uma pequena leiteira (“Diamante”). Tudo isto na R. Anchieta, n.º 11, verdadeiro ex-libris de uma Lisboa antiga.
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